ESCONJURO
De lápis-lazúli
é a tua lápide,
ornamentando
o teu destempero.
Teu ócio jaz
com a vaidade
que corrói as horas
com pompa vã.
Nenhum afeto
adere à superfície
porosa
do teu ego.
Retira a tropa
da arrogância
do santo campo
de batalha.
Regride à tua
infelicidade,
regressa ao nada
que és. Recua!
Encontra a verdade
que paira sobre ti:
Repara a morte
que te sorri.
Se tudo passa,
não há quem possa
salvar-te, pois.
Repousa em paz.
é a tua lápide,
ornamentando
o teu destempero.
Teu ócio jaz
com a vaidade
que corrói as horas
com pompa vã.
Nenhum afeto
adere à superfície
porosa
do teu ego.
Retira a tropa
da arrogância
do santo campo
de batalha.
Regride à tua
infelicidade,
regressa ao nada
que és. Recua!
Encontra a verdade
que paira sobre ti:
Repara a morte
que te sorri.
Se tudo passa,
não há quem possa
salvar-te, pois.
Repousa em paz.
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