Rodrigo, gostaria de saber seu email para enviar uma pesquisa que está sendo feita com ex-alunos da Direção Teatral da UFRJ. Pode me passar? erikanevesprodutora@gmail.com
Apesar de mim, um passo e outro adiante a pisar assim a incerteza dos vãos. Apesar do fim, um início confiante. A pesar um sim, no deserto de nãos. Vou embora porque sim. Vou, embora haja um fim. Vou lá fora, hoje, assim. Voo agora para mim. Posso um passo, posso outro. Fora, passo Dentro, um poço. Um fica Um passa Um piso Um passo Um salto Um poço Um voo Um pássaro. No vão eu vou. Deserto adiante. Um centro incerto. O sim e o não. Em mim um outro assim assaz Passada a hora Agora Fim.
Quantas amarras, mulher, te impedirão de ser minha? Quais? Pois não há nada de mais em amar assim. Diz o teu sim com a boca mais doce que beijei. Vem comigo num abraço cavalgar perdida o lugar algum dos sonhos. Não vês? O destino é um bufão cego a rir de nós. Porém pra sempre grato serei ao desencontro de te achar. Gira o mundo com teu sopro, Amor. Dissipa a bruma da incompreensão que nos divide da delícia oculta do outro. Agora fecha os olhos e conta. Te mostra pronta pra mim. Não há de ser nada, não há ninguém contra o teu já. Não põe na história esse fim.
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